23 de set. de 2010

Afazeres domésticos

Já tenho um texto novo prontinho, mas não vou postar hoje porque, além de eu precisar chupar manga agora, eu comprei uma placa de vídeo nova (HAHAHA) e agora estou jogando até desmaiar.
Pro Evolution Soccer 2010
Se eu tiver vivo amanhã eu posto o texto. 
Até,
Vinícius

17 de set. de 2010

Levar a vida sem o peso de uma mísera escolha

O que fazer quando o seu futuro depende de uma escolha? Essa pergunta, provavelmente, já aceirou a mente de quem está na conturbada fase da vida onde decisões hão de ser tomadas com maior frequência.
Tendo como base a experiência pela qual ainda estou passando, acredito que muitos jovens se sentem pressionados, afinal, em nossas cabeças há o peso de termos de tomar "uma decisão que vale nosso futuro". Graças à importância que dou a essa decisão, por muitas vezes reflito sobre o assunto, e, através dessa reflexão, cheguei à conclusão de que não é verídica a afirmação que diz respeito à escolha do curso que faremos e a sua relevância para todo o nosso futuro. Podemos, sim, fazer uma escolha e nos arrependermos, ou então, termos sucesso profissional trabalhando em uma área totalmente distinta da que havíamos escolhido na faculdade.
Muitos famosos e pessoas realizadas profissionalmente já admitiram ter cursado áreas diferentes das que exercem atualmente. Quem nunca ouviu falar de um cantor que fez arquitetura, ou uma atriz que fez engenharia, por exemplo? [Aliás, exemplos muito raros, mas você que é esperto me entendeu ;)].
Portanto, na minha opinião, a pressão que se impõe sobre a cabeça dos jovens é excessiva, desnecessária e não é saudável, além disso, sem ela podemos tomar a decisão correta e fazer o que mais gostamos, isso implica num estudo e um futuro emprego no qual há o prazer de se exercer a profissão.

A humanidade cresce com medo da vingança do planeta

O tema do século é a poluição e suas consequências, bem como a proposição de métodos para a redução da mesma. A discussão em torno desse assunto tem chegado cada vez com mais abrangência populacional nas televisões das inúmeras casas de famílias de diversas classes sociais, raças e nações. A propagação do assunto faz com que as pessoas se perguntem: como conciliar o crescimento populacional com a sustentabilidade?
Visto que a principal causa da poluição do nosso planeta tem sido o crescimento indiscriminado da população, que gera, além de desigualdade, condições desumanas de vida, como o esgoto a céu aberto e favelas; muitas decisões foram tomadas, partindo de políticas, talvez até precipitadas ou exageradas, como o controle de natalidade; ou da iniciativa privada, como o reflorestamento como forma de propaganda; o reuso da água para fins que não sejam o consumo humano; a energia elétrica de fontes limpas como as usinas hidrelétricas; e pesquisas científicas, que indicam soluções alternativas como, por exemplo, promover a proliferação das algas marinhas de modo que o dióxido de carbono seja absorvido em maiores quantidades.
Se a solução não der resultados positivos vinda do ser humano, o planeta há de se pronunciar, como já vem fazendo, através de desastres naturais. Portanto, sendo o aumento indiscriminado da população a principal causa da degradação do nosso habitat, o planeta Terra ataca na raiz do problema: reduzindo a população, senão exterminando-a por completo.

Brisas


Entenda como quiser